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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

domingo, 5 de julho de 2009

POR VEZES...E AGORA COM MAIS FREQUÊNCIA, VEM-ME À MEMÓRIA ESTA CANÇÃO...
PORQUE SERÁ????



quarta-feira, 1 de julho de 2009

POLITICA



"A penalização por não participares na política, é acabares a ser governado pelos teus inferiores".
Platão

terça-feira, 30 de junho de 2009

ESCOLA




Lindo futuro escolar....... Geração Phonix e Zonix + vodafnix + Uzix + Tmnix


(Texto verídico retirado de uma prova livre de Língua Portuguesa,realizada por um aluno do 9º ano, numa Escola Secundária das Caldas da Rainha (para ler,estarrecer e reflectir...!!!))


REDAXÃO'O PIPOL E A ESCOLA'

Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem Direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso verq á razões qd um aluno não vai á escola.

Primeiros a peçoa n se sente motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas.Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é muntoMontanhoso? Ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? Ou cuantas estrofes tem um cuadrado? Ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?

E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem 'osLesiades''s, q é u m livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais masq no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaaas.

Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes até dam gomitos e a Malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem abitos de leitura e q a Malta n sabemos ler nem escrever e a sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o 'garra de lin-chao' é q conceguiu assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt élivro desde oCamóes até á idade média e por aí fora, qués ver???

O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a Malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganharum gravetame do camandro. Ah poizé. Tarei a inzajerar?

(recebido por mail)

quinta-feira, 30 de abril de 2009

TEMPOS MODERNOS

QUEM TEM MEDO DO LOBO MAU?


terça-feira, 31 de março de 2009

PELO FUTURO


Depois da última árvore sem frutos e do último rio envenenado, o homem perceberá que o dinheiro não se come.

(Autor desconhecido)

segunda-feira, 30 de março de 2009

SINTO VERGONHA DE MIM




A poesia de Rui Barbosa (poeta brasileiro), apresentada a seguir, poderia ter sido escrita hoje, sem mudar uma palavra.


SINTO VERGONHA DE MIM


Sinto vergonha de mim

por ter sido educador de parte deste povo,

por ter batalhado sempre pela justiça,

por compactuar com a honestidade,

por primar pela verdade

e por ver este povo já chamado varonil

enveredar pelo caminho da desonra.


Sinto vergonha de mim

por ter feito parte de uma era

que lutou pela democracia,

pela liberdade de ser

e ter que entregar aos meus filhos,

simples e abominavelmente,

a derrota das virtudes pelos vícios,

a ausência da sensatez

no julgamento da verdade,

a negligência com a família,

célula-Mater da sociedade,

a demasiada preocupação

com o 'eu' feliz a qualquer custo,

buscando a tal ‘felicidade’

em caminhos eivados de desrespeito

para com o seu próximo.


Tenho vergonha de mim

pela passividade em ouvir,

sem despejar meu verbo,

a tantas desculpas ditadas

pelo orgulho e vaidade,

a tanta falta de humildade

para reconhecer um erro cometido,

a tantos 'floreios' para justificar

actos criminosos,

a tanta relutância

em esquecer a antiga posição

de sempre 'contestar',

voltar atráse

mudar o futuro.

Tenho vergonha de mim

pois faço parte de um povo que não reconheço,

enveredando por caminhos

que não quero percorrer...


Tenho vergonha da minha impotência,

da minha falta de garra,

das minhas desilusões

e do meu cansaço.

Não tenho para onde ir

pois amo este meu chão,

vibro ao ouvir o meu Hino


e jamais usei a minha Bandeira

para enxugar o meu suor

ou enrolar o meu corpo

na pecaminosa manifestação de nacionalidade.


Ao lado da vergonha de mim,

tenho tanta pena de ti,

povo deste mundo!

'De tanto ver triunfar as nulidades,

de tanto ver prosperar a desonra,

de tanto ver crescer a injustiça,

de tanto ver agigantarem-se os poderes

nas mãos dos maus,

o homem chega a desanimar da virtude,

A rir-se da honra,

a ter vergonha de ser honesto'.


Rui Barbosa
(poema e ilustração recebido por email...)